Maria Boeira
Atendimento incrível, profissional excepcional. Conseguiu entender nos detalhes o que eu queria transmitir com a minha imagem, e sempre me direcionou com as possibilidades que eu tinha disponível. Indico muito!
Dress code corporativo
Diagnóstico, manual e treinamento para padronizar a apresentação da equipe sem apagar a identidade de cada um. E com uma atenção que quase ninguém dá: os limites legais do que a empresa pode exigir.

Análise da cultura, do setor e das ocasiões da empresa para definir o padrão certo para cada função.
Documento estruturado com diretrizes, paleta, modelagem e ocasiões, claro, ilustrado e fácil de consultar.
Encontro com a equipe para apresentar o manual e construir adesão, explicando o sentido de cada diretriz.
Conteúdo pronto para integrar novos colaboradores ao padrão da empresa desde o primeiro dia.
A forma como a equipe se apresenta fala pela empresa antes de qualquer palavra. Um padrão bem definido transmite coerência e reduz os ruídos de imagem que comprometem a marca.
Por isso o trabalho parte do diagnóstico e da cultura da empresa, respeita a identidade de cada pessoa e é entregue de forma que a equipe entenda o porquê, não como imposição.

A CLT reconhece que cabe ao empregador definir o padrão de vestimenta. Mas esse poder tem limites, e é onde nascem os processos.
O artigo 456-A da CLT é claro ao permitir que a empresa estabeleça o padrão de vestimenta e inclua sua identificação no uniforme. O problema aparece depois: quando a regra exige uma peça específica sem que a empresa a forneça, quando trata homens e mulheres de forma desigual, quando ignora questões de crença ou identidade, ou quando expõe alguém a constrangimento.
O ponto que mais gera passivo é justamente o que o artigo 456-A não responde: quem paga pela roupa exigida. Quando a empresa determina peças específicas, com cor ou modelo definidos, existem decisões da Justiça do Trabalho, inclusive do TST, no sentido de que o custo é da empresa. O fundamento é o artigo 2º da CLT: quem assume os riscos da atividade é o empregador. E vale registrar que, no caso mais conhecido sobre o tema, o tribunal entendeu que o fato de a roupa poder ser usada fora do trabalho não afasta a responsabilidade da empresa.
Sendo honesta sobre o cenário: esse entendimento não está pacificado. A decisão foi tomada por maioria e não existe súmula sobre o assunto. É um risco real a considerar na hora de escrever a política, não uma certeza absoluta.
É por isso que esse trabalho é diferente aqui. A Gabriela é formada em Direito, pós-graduada em Direito do Trabalho e passou sete anos como assessora jurídica no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, antes de se especializar em imagem e comportamento. Essa bagagem garante que o manual nasce já considerando esses limites, escrito em uma linguagem que o seu jurídico reconhece, em vez de chegar até ele para ser vetado. A validação final segue com o departamento jurídico da empresa, como deve ser.
Quando a regra deixa de ser orientação e vira obrigação de comprar item específico, a conta tende a ser da empresa. É a dúvida número um de todo jurídico.
Não existe lei que proíba expressamente exigências como salto ou maquiagem, mas regras de aparência que pesam mais sobre um gênero são terreno de questionamento. Escrever em termos neutros reduz risco sem reduzir padrão.
Vestimenta religiosa, identidade de gênero e restrições médicas precisam de previsão na política, não de decisão improvisada no caso a caso.
A CLT diz que a lavagem do uniforme é do trabalhador, salvo quando exige produto ou procedimento especial. Só que a convenção da categoria pode ser mais favorável e prever ajuda de custo. Conferir a CCT antes vale mais que decorar a regra geral.
Etapa 1
Cultura, setor e ocasiões da empresa, para definir o padrão certo de cada função.
Etapa 2
Diretrizes, paleta, modelagem e ocasiões em documento claro e fácil de consultar.
Etapa 3
Encontro com a equipe para apresentar o manual e construir adesão.
Etapa 4
Material pronto para integrar novos colaboradores ao padrão desde o primeiro dia.
Quer padronizar a imagem da sua equipe?
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Maria Boeira
Atendimento incrível, profissional excepcional. Conseguiu entender nos detalhes o que eu queria transmitir com a minha imagem, e sempre me direcionou com as possibilidades que eu tinha disponível. Indico muito!
Camila Rodrigues
A Gabriela foi essencial para elevar minha autoestima e valorizar meu estilo, principalmente no meu ambiente de trabalho. Sempre preocupada com meus gostos, looks bem ajustados e praticidade no dia a dia. Recomendo demais para quem busca uma imagem profissional confiante e autêntica.
Alana Farad
Participei do evento Imagem Valiosa, muito bem organizado, com um conteúdo prático e de fácil entendimento. A Gabriela é uma pessoa super querida e uma profissional incrível que consegue explicar com clareza cada ponto abordado durante o evento.
Manu Nascimento
Você soube ler exatamente quem eu sou e o que eu precisava transmitir, selecionando roupas que uniram meu gosto ao meu posicionamento profissional. Otimizou meu tempo de uma forma que eu não achei que fosse possível.
Amanda Francisco
A Gabriela traz para nós mulheres dicas valiosas que às vezes parecem óbvias, mas não são para todas. Inclusive tivemos clientes saindo de lá com as ideias prontas para colocarem em prática.
Valquiria Ataide
Quero agradecer imensamente por ter promovido o evento. Graças a ele, pude aprender muito sobre como me vestir e agregar valor à minha imagem. Foi realmente incrível!
É o conjunto de diretrizes que define como a equipe deve se apresentar de acordo com a cultura, o setor e as ocasiões da empresa. Vai além de proibir ou permitir peças: orienta como a apresentação comunica a marca em cada contexto.
Com diagnóstico e diálogo. O manual é construído a partir da realidade da empresa e explica o porquê de cada diretriz, dá margem para a identidade de cada pessoa e é apresentado em um treinamento, não imposto por e-mail. Assim a equipe entende e adere.
Os mais comuns vão do formal (terno e tailleur) ao business casual, smart casual e casual, além de códigos específicos para eventos e atendimento. O manual define qual se aplica a cada função e ocasião da empresa.
O artigo 456-A da CLT estabelece que cabe ao empregador definir o padrão de vestimenta no ambiente de trabalho, incluindo logomarcas e itens de identificação no uniforme. Esse poder, porém, não é ilimitado: precisa respeitar a dignidade do trabalhador e não pode ser discriminatório. É esse equilíbrio que uma política bem escrita resolve. O conteúdo aqui é orientação de imagem e comportamento, e o texto final deve ser validado pelo jurídico da sua empresa.
É a dúvida mais comum de todo RH. A distinção que costuma pesar é entre orientar um estilo de vestimenta comum e exigir peça específica, com cor ou modelo determinados: quanto mais específica a exigência, mais ela se aproxima de uniforme. Existem decisões da Justiça do Trabalho, inclusive do TST, entendendo que nesse caso o custo é da empresa, com base no artigo 2º da CLT, e que o fato de a roupa poder ser usada fora do trabalho não afasta essa responsabilidade. O tema não está pacificado e não há súmula, então trate como risco a considerar. A redação da política muda muito esse risco, e ela deve passar pelo jurídico antes de virar norma interna.
O parágrafo único do artigo 456-A da CLT coloca a higienização do uniforme como responsabilidade do trabalhador, salvo quando forem necessários procedimentos ou produtos diferentes dos usados para lavar roupa comum, o caso típico de frigoríficos, laboratórios e hospitais. Um detalhe que costuma passar batido: a convenção coletiva da categoria pode ser mais favorável e prever ajuda de custo mesmo para uniforme comum. Vale conferir a CCT antes de aplicar a regra geral.
Com contexto, não com comunicado. A política é apresentada em um encontro em que a equipe entende o porquê de cada diretriz, vê exemplos aplicados à realidade dela e tem espaço para perguntar. Comunicação bem-feita é também proteção: registra a ciência de todos e reduz o atrito que vira reclamação.
Depende do escopo: só diagnóstico e manual, ou manual mais treinamento e material de onboarding. Fale com a Gabriela para receber uma proposta personalizada.